segunda-feira, 2 de março de 2015

12 dicas de redação


1. Leitura: O candidato deve saber que não existe “receita de bolo” para escrever bem e que não se pode passar a escrever com maestria de um momento para o outro. É um processo que vai depender do esforço de cada um, mas, geralmente, só é bom escritor quem for um bom leitor. Portanto, ler é o principal caminho.

2. Correção: Não adianta fazer uma redação por dia e cometer os mesmos erros em todas elas. Sempre que possível, peça ajuda a um professor de língua portuguesa, ou a alguém com algum conhecimento na área para fazer a correção e apontar os erros.

3. Linhas: Respeite o número mínimo, bem como o máximo de linhas estipulado pela banca. Em uma redação de 20 a 30 linhas, o ideal é que se redija acima de 25 linhas, sem ultrapassar a marca de 30 linhas. Toda linha escrita a mais será desprezada pela banca.

4. Parágrafos: Uma redação de 20 a 30 linhas deve conter, no mínimo, quatro parágrafos e, no máximo, cinco. Um parágrafo para introdução, de dois a três parágrafos de desenvolvimento, e um para a conclusão.

5. Objetividade: Não se esqueça da objetividade: o enfoque do assunto deve ser direto, sem rodeios. Não use expressões introdutórias meramente formais, ou simplesmente chavões sem utilidade prática. O uso de expressões ou conectores muito rebuscados, muitas vezes, desagrada aos examinadores. As bancas dão preferência a uma linguagem simples e objetiva.

6. Releitura: Ao término da redação, leia ao menos duas vezes o texto – a primeira para verificar se sua estruturação foi respeitada e a outra leitura para se certificar de que não houve falhas quanto à gramática. Ter conteúdo é importante, mas o que vai garantir a qualidade de sua redação é a organização, clareza e objetividade.

7. Forma: O candidato não pode esquecer que deve usar letra legível, deve marcar os parágrafos com recuo de aproximadamente dois centímetros margem, usar hífen ou sublinhado na separação silábica e não pular linha entre um parágrafo e outro, ou entre o título (caso seja solicitado que se dê um título) e o primeiro parágrafo.

8. Título: Só utilize título se houver determinação da banca. Nem todas as bancas organizadoras de concursos pedem título. Caso seja exigido, o título deverá ser uma frase nominal — sem verbo. Também não deve vir seguido de ponto.

9. Frases: Frases muito longas devem ser evitadas. O ponto final deve ser utilizado com mais frequência. Letras maiúsculas e minúsculas usadas indevidamente e o excesso de adjetivos são comuns e podem levar à perda de pontos. Há três pontos essenciais: coesão, coerência e concordância verbo nominal.

10. Início: Outra dica dos especialistas é começar a prova pela redação, que normalmente tem participação de 50% a 60% na composição da nota. Também é recomendado tomar cuidado com o uso de rascunho, já que é comum pular palavras na hora da cópia ou modificar o que anteriormente estava escrito.

11. Atualização: Geralmente, nas provas de redação, são abordados temas da atualidade ou algum assunto desafiante para o cargo ao qual o candidato está concorrendo. Por isso, é importante que o candidato esteja a par dos acontecimentos. O ideal é que leia jornais, revistas e informativos dos órgãos para onde fará concurso.

12. No lugar do outro: É importante, também, o candidato pensar e se colocar na posição do leitor, e sempre se perguntar: o que escrevi é interessante é de fácil entendimento?

Fonte:http://enemred.blogspot.com.br/2013/09/12-dicas-de-redacao.html acesso em 02  mar. 2015.

domingo, 1 de março de 2015

Trabalhando com Jornal


Folha 1 -  Capa, deve conter:

  • Nome da Escola: Escola Ilha da Juventude 
  • Trabalho de Língua Portuguesa
  • Título do Trabalho: Análise de Jornal
  • Nome:                                                                                                           
  • Bimestre:  1º Bimestre                                                                               
  •  Prof.ª Eliane
Modelo


Folha 2 -   A matéria escolhida para analisar
Folha 3 – Questões:
1.  Qual é a fonte de sua matéria?
2. Data de publicação da matéria?
3. Qual é o título da matéria?
4. Qual é o nome do autor da matéria?
5. Faça um resumo do assunto da matéria, ou seja, escreva um pequeno texto com as informações principais do texto, não valerá copiar o lide da matéria.
6. Por que você escolheu esta matéria?
7. Qual é sua opinião sobre o assunto abordado na matéria?
8. Dê um argumento que justifique sua opinião, ou seja, justifique com informações o motivo de sua opinião sobre o tema da matéria?
9. Escolha duas palavras ou expressões que encontrou no texto que achou difícil, busque seu significado e explique em seu trabalho. Depois dividiremos com a turma!

DICAS DE SITES PARA PESQUISA

  • http://www.bbc.co.uk/portuguese/   ( dê preferência)
  • http://www.globo.com/
  • http://noticias.uol.com.br/
  • http://noticias.terra.com.br/
  • http://www.ig.com.br/

SITES DE JORNAIS

  • HTTP://WWW1.FOLHA.UOL.COM.BR/
  • HTTP://WWW.ESTADAO.COM.BR/
  • HTTP://WWW.DIARIOSP.COM.BR/

BLOGS

  • http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/  ( dê preferência)

REVISTA

  • HTTP://REVISTAFORUM.COM.BR/  ( dê preferência)
  • HTTP://WWW.CARTACAPITAL.COM.BR/ ( dê preferência)



sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Trabalho sobre Pesca Sustentável 1º A

Trabalho sobre Pesca Sustentável
Em 14 de novembro de 2014 teremos nossa feira cultural, o tema deste ano é Meio ambiente, este tema foi subdividido em outros temas e o 1º A ficou com o tema Pesca Sustentável, para nos prepararmos para a apresentação é necessário uma pesquisa, segue abaixo as questões que vocês devem pesquisar.
O trabalho pode ser feito em grupo, com no máximo 4 integrantes e deve ser entregue em 29 de outubro.
O trabalho deve ter capa com: nome da escola, título do trabalho, nome da professora; contra capa com: nome dos integrantes do grupo por ordem alfabética e nº de chamada dos mesmos.
O trabalho pode ser manuscrito ou, preferencialmente, digitado. 
Vocês devem pesquisar os temas das questões e responder as questões, não é para entregarem um texto, são as perguntas e suas respostas, pesquisem bem, coloquem o máximo de informações possível, pois a nota do trabalho sobre  Meio ambiente será acrescida em todas as outras matérias, não fazê-lo ou fazê-lo de qualquer jeito refletirá em sua nota final em todas as disciplinas.
Questões:
1. O que é sustentabilidade?
2. O que é pegada ecológica?
3. O que é ecossistemas?
4. O que é biodiversidade?
5. O que é consumo sustentável?
6. O que é pesca sustentável?
7. O que é manejo sustentável?
8. O que é pesca predatória?
9. A pesca predatória não interfere apenas com os peixes. Por quê?
10. Localize informações sobre a vida marinha e os efeitos da pesca predatória sobre ela.
11. Quais são os tipos de pesca mais comuns no Brasil?
12. Por que é importante a pesca sustentável?
13. Qual é a importância do ecossistema na pesca?
14. Qual é a importância dos ambientes estuarinos e marinhos para a pesca?
15. No Brasil há leis em relação à pesca?  Explique
16. . Quais são as áreas de pescas protegidas no Brasil?
17. Quais são os órgãos responsáveis pela pesca sustentável no Brasil?
18. O que é um pescador amigo do meio ambiente?
19. Escreva informações e/ou curiosidades que tenham achado durante a sua pesquisa e não foi solicitado nas questões anteriores.
20. Selecione fotos, gráficos, dados , imagens etc. que ache importante e anexe ao seu trabalho. Não se esqueça de colocar abaixo das imagens a fonte de onde ela foi retirada.

21. Escreva como o grupo quer apresentar a pesca sustentável no Brasil, por exemplo, maquete, cartazes, um mural com desenho, etc. deem outras sugestões. 

terça-feira, 22 de abril de 2014

Bibliografia, Fonte de pesquisa


Como citar em seu trabalho a fonte de pesquisa, ou seja, a bibliografia:


Bibliografia é a relação de livros, dicionário, revistas, jornais ou sites que utilizou para sua pesquisa.

1- Livro:
Na bibliografia para livros deve constar o nome do autor, o título do livro, cidade, editora e ano de publicação.

Exemplo:

 RUIZ, João Álvaro. Metodologia Científica: guia para eficiência nos estudos. 3 ed. São Paulo: Atlas, 1991.
2- Site:

Na bibliografia de sites deve constar o nome do autor , quando houver, o título da matéria, endereço do site e data de acesso.

Exemplo:

ASPIS, Renata P. L. Avaliar é humano, avaliar humaniza. http://www.cbfc.com.br/reflexão. Acesso em: 20 dez 2001.

3-  Artigo de jornal

Na bibliografia de artigos retirados de jornais deve constar, SOBRENOME, PRENOME abreviado. Título: subtítulo (se houver). Nome do jornal, Local de publicação, pagina, data de publicação do jornal com o mês abreviado.

Exemplo

ADES, C. Os animais também pensam: e têm consciência. Jornal da Tarde, São Paulo, p. 4D, 15 abr. 2001.

4- Publicação em revista

 Na bibliografia de publicações em revista deve constar, SOBRENOME, PRENOME abreviado. Título: subtítulo (se houver). [Editorial]. Nome da revista, volume, número ou fascículo, paginação, mês(s) abreviado, ano.. 

Exemplo

ABREU E SILVA NETO, N. Pelo desenvolvimento no Brasil da psicologia científica. Psicologia: Teoria e Pesquisa, v.15,  n.1,  p. iii-iv, set./dez., 1999.

Textos que serão trabalhados em aulas sobre redes sociais, não usar para trabalhos


As mídias digitais vão, aos poucos, se consolidando como um meio eficiente no processo ensino-aprendizagem, tornando a prática pedagógica muito mais dinâmica e interessante. Ao longo dos últimos anos, os especialistas são unânimes em afirmar que tão importante quanto ler e escrever é alfabetizar as crianças nas mídias digitais.
Isso significa que o uso adequado dessas ferramentas não só incentiva a reflexão sobre as produções das mídias, como também confere a garantia dos direitos da infância e juventude e protege os pequenos das ameaças virtuais.
Mas será que a escola e a sociedade têm cumprindo com o papel de desenvolver nos jovens essas habilidades? Para Joana Peixoto, doutora em Ciências da Educação pela Universidade Paris, com especialização em Informática e Educa­ção, é necessário um empenho maior no sentido de integrar o uso das mídias aos objetivos pedagógicos. “Isso é feito, mas de forma muito tímida.”
Na opinião de Joana, os projetos escolares   não priorizam o desenvolvimento das funções mentais e ainda estão centrados no modelo tradicional de conteúdo, baseado na repetição e no armazenamento, ao invés de promover o pensamento auto-crítico.
Ela propõe que as mídias estejam inseridas dentro de uma concepção que priorize o preparo do aluno para o mundo contemporâneo, deixando de colocá-lo à mercê do comodismo e do consumismo.
A especialista ressalta também que a utilização adequada e planejada das mídias contribui qualitativa e quantitativamente para o processo ensino-aprendizagem, tornando as aulas mais participativas e envolventes.
Com uma opinião um pouco mais pessimista, o especialista em Marketing, Comunicação e Mídia Digital, Leonardo Diogo Silva enfatiza que a alfabetização para as mídias digitais e temas relacionados à tecnologia ainda tem sido pouco explorada. Para ele, o essencial é expandir esse trabalho.
            Leonardo destaca também que atualmente tem sido feito muitos incentivos na aquisição de equipamentos, mas poucos na capacitação dos professores. “Não existe ainda um trabalho de formação e tão pouco materiais que preparem o professor sobre como orientar o seu aluno com as mídias. O educador só lida com isso em cursos avançados. Existe uma tentativa de conscientizar os educadores com vários debates, porém com pouca ação”, declara.
            A promoção de disciplinas focadas em como se comunicar com as plataformas midiáticas e sua criação de modo colaborativo é uma das sugestões do publicitário. Para ele, esse é um ca­minho inevitável e o professor tem que mostrar o que é possível fazer, de fa­to, com todas as opções digitais. “Tem que educar para utilizar, não para reprimir. Note que não se trata de informatizar o ensino, mas de desenvolver processos de ensino que facilitem a compreensão do aluno.”
Para tanto, segundo ele, uma das exigências fundamentais é ter um professor que esteja preparado para utilizar pedagogicamente as mídias no processo de ensino-aprendizagem.
Leonardo defende que as crianças precisam ser capacitadas para lidar com a falta de segurança na internet. “Tem que ser esclarecido o que é crime e as atitudes que necessitam ser tomadas em relação a isso. A criança não consegue mensurar e ver a dimensão dos atos”, destaca.

Orientação sempre
            Joana Peixoto, doutora em Ciências da Educação pela Universidade Paris e especialista em Informática e Educação, acrescenta a necessidade de legislações mais rígidas, a exemplo do que é realizado em outros países, para evitar situações de exposição mercadológica e assédios.
De acordo com ela, muitos países já proíbem a associação da figura infantil em determinados produtos e se responsabilizam para evitar que isso ocorra.
Para Cláudia Helena dos Santos Araújo, mestre em educação, uma das soluções passa pela criação de políticas públicas com foco na escola já na Educação Infantil. Também são necessários critérios mais rígidos nas redes sociais, como solicitar a comprovação da idade do indivíduo, assim como usar os recursos da própria mídia para educar. "As crianças de hoje são curiosas e evoluídas. Portanto, um jogo que consiga estimular isso, com certeza, irá conquistá-las. Temos muito que avançar na criação de softwares educativos, que auxiliem nesse processo de desenvolvimento em todos os sentidos."

Crianças driblam controle
Apesar do esforço em proteger as crianças, o levantamento do Tic Kids online Brasil revelou que possuir contas em redes sociais é uma atividade disseminada entre o público infantil, muito embora a maioria deles determine que a idade mínima seja de 14 anos.
Segundo o relatório, 42% das crianças entre 9 e 10 anos possuem contas em redes sociais. Para a faixa etária de 11 e 12 anos, esse índice sobe para 71% e para quem tem 13 e 14 anos, chega a 80%. Ter mais de um perfil soma 27% do total. Cientes da proibição, mais da metade (57%) costuma mentir sobre a idade.
Outros dados apontados é que metade delas possui mais de 101 amigos nesses sites, onde diversas informações são publicadas pelos pequenos. Do total de entrevistados, 86% confessou compartilhar fotos que mostram seus rostos; 13% revelam seu endereço e 12% até o número do telefone.
E o mais grave é que nem sempre o contato é restrito à internet e aos conhecidos. Dentre as crianças de 9 a 10 anos, 5% afirmaram ter conversado com alguém que não conheciam pessoalmente. E quanto maior a idade, mais esse índice sobe: entre 11 e 16 anos, por exemplo, 23% contaram com desconhecidos. Dentre estes, 23% relataram ter encontrado com essas pessoas.

“Pais têm que educar”
Mãe de Gabriela e de Pedro dos San­tos Araújo, de 6 e 4 anos respectivamente, Cláudia Helena diz que procura orientar os fi­lhos, ainda pequenos, sobre como se comportar nas redes sociais ou quando estão navegando na internet.
Na opinião dela, é importante que as orientações e o acompanhamento sobre o uso das mídias aconteça desde cedo. “Não é necessário monitorar no sentido de vigiar. Tem que educar para que a criança compreenda o que pode ou não pode ser divulgado nas redes”, salienta.
A mestre também ressalta que muitas famílias não entendem o papel das mídias e a importância de alfabetizar os filhos para usá-las. Se­gundo ela, os próprios pais estimulam as crianças a expôr suas vidas íntimas e alguns sequer sabem o que elas estão fazendo ou vendo na TV. “O risco de você perder o seu fi­lho dentro da sua própria ca­sa é grande, e os pais têm dificuldade de entender o uso des­sas ferramentas.”
            A professora também aconselha que os pais não deixem seus filhos conectados o tempo todo. "Não é sau­dável e tão pouco salutar perder o processo de desenvolvimento e comprometer o en­vol­vimento e o diálogo com a família e os amigos. Há casos em que as crianças se fecham e não conseguem mais se socializar", esclarece.
            Outros conselhos são não permitir a abertura de contas nas redes sociais bem como regrar o tempo de uso e não instalar computadores e televisores nos quartos. "As crianças ainda não têm maturidade para saber o que pode publicar ou não, e com estas ferramentas nos quartos fica mais difícil fazer esse controle. Portanto, não é recomendável."

Números

Principais interesses dos usuários de 9 a 16 anos quando acessam a internet:

82% usaram a internet para trabalhos escolares;
71% dos pais afirmaram que os filhos utilizam a web com segurança;
68% visitaram um perfil/página de uma rede social;
66% assistiram vídeos;
56%das crianças e adolescentes que têm perfil em alguma rede social apresentam a conta aberta ou apenas parcialmente privada;
54% jogaram games com outras pessoas na internet;
54% usaram mensagens instantâneas com amigos/contatos;

Pesquisa feita com 1,6 mil crianças e adolescentes entre abril e julho de 2012

Atividades na internet de acordo com a assiduidade:

53% para acessar as redes sociais e enviar mensagens instantâneas
39% envia e-mails e faz postagens em sites
13% usa para realizar atividades escolares
                                                                                                      
Faixa etária pesquisada: de 9 a 16 anos


Fonte da pesquisa :TIC Kids Online Brasil feita pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e Comunicação (Cetic.br)


Monitoramento dos Pais na internet X Invasão de Privacidade ?

Nos últimos dias diversos casos de crimes cibernéticos contra crianças e adolescentes foram noticiados pela mídia. Na maioria dos casos o monitoramento do uso da internet pelos próprios pais colaborou para a identificação do crime e do criminoso.
É dever dos pais educar os filhos, e esse princípio não deve ser negligenciado nas relações virtuais. Antigamente os pais queriam saber quem eram os amigos dos filhos, por onde andavam e o que faziam.
Nas atividades convencionais isso era muito mais fácil do que nas relações virtuais dos filhos. Hoje não perguntam “quem são seus amigos do Facebook”, “em quais sites você navega” ou com “quem conversa no chat?”.
Para alguns pode parecer ridículo, mas atitudes como essa podem evitar grandes dores de cabeça além de agressões físicas e morais aos filhos.
O monitoramento dos pais sobre os filhos não prejudica sua privacidade por razões como:
1. É dever legal dos pais educar os filhos. Dever não quer dizer que possuem somente o direito, mas a obrigação. Essa educação deve ser estendida ao mundo virtual. O Código Civil pátrio, registra em seu artigo nº 1.634 que:
Art. 1634. Compete aos pais, quanto à pessoa dos filhos menores:
I. dirigir-lhes a educação e criação.
2. Os pais respondem na esfera cível pelos atos praticados pelos filhos. Caso o adolescente venha a cometer um crime, como por exemplo, a difamação (Art. 139 do Código Penal), a vítima poderá buscar a penalização e desagravo pelo ato, contra os pais. Poderão assim responder criminalmente e serem responsabilizados também pela reparação civil. Os tutores e curadores assumem a mesma responsabilidade. Recorremos mais uma vez ao Código Civil, agora no artigo nº 932, sobre responsabilidade dos pais:
Art. 932. São também responsáveis pela reparação civil:
I – os pais, pelos filhos menores que estiverem sob sua autoridade e em sua companhia;
II – o tutor e o curador, pelos pupilos e curatelados, que se acharem nas mesmas condições;
Com certeza mesmo para esse controle, que é dever dos pais. Existe um limite. A intimidade do filho deve ser preservada, e cada pai e mãe deve ter a consciência de saber identifica-la. O objetivo desse controle deve ser tão somente com o propósito de garantir a sua segurança, e não deve ser utilizado como forma de repreensão á sua individualidade.

Educação virtual
Os pais devem orientar seus filhos do mesmo modo que o fariam em relação ás atividades e relacionamentos convencionais. O diálogo deve preceder o uso consciente da internet. Algumas dicas que podem ajudar no uso correto da internet por crianças e adolescentes:
•Evite disponibilizar o uso do computador em local que não seja visível pelos pais. O computador na sala é melhor do que no quarto da criação.
•Crie regras de uso do computador. Existem softwares que podem lhe ajudar nessa tarefa, como limitando o acesso a sites de pornografia, delimitando horários de uso, etc.
•Ensine sobre o uso correto da internet também em celular e tablets. Um correto acompanhamento também desses equipamentos pode colaborar na segurança dos filhos.



1º Trabalho para Segundo Bimestre

NOME:______________________________________ Nº_____ SÉRIE:_____
DATA DE ENTREGA: 07/05/2014.
Tema: Como reconhecer e administrar os benefícios e os riscos do fácil acesso às redes sociais.
1- Introdução
a) Qual é o assunto do seu texto? Escreva um parágrafo explicando sobre o assunto do seu texto.
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b) O que você pensa sobre este assunto? Escreva um parágrafo onde expressa sua opinião.
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2- Desenvolvimento: Pesquise sobre o tema e, depois de escolher seu ponto de vista, reescreva, com suas palavras, argumentos que você encontrou de pessoas que tenham o mesmo ponto de vista que você. Não esqueça, explicar os detalhes, pois são eles que ajudam o leitor a entender seu raciocínio.

c)  Argumento 1 (que mostre que sua opinião é correta):
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d) Argumento 2 (que mostre que sua opinião é correta):
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e) Escreva a opinião de um especialista no assunto, que tenha a mesma opinião que você sobre o tema. Não esqueça de colocar o nome do especialista e de onde você retirou essa informação (o nome do blog, revista, jornal etc.)
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3- Considerações Finais:
A que conclusão você chegou sobe o assunto depois de sua pesquisa?
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Fontes de pesquisa: (locais que vocês pesquisou e retirou as informações)
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Observações:
- Em caso de trabalhos copiados entre alunos, os envolvidos terão seus trabalhos zerados;

- Não devem ser usados os textos trabalhos em sala como parte de seu trabalho, busque outras fontes.